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Crianças com colesterol alto: alimentos que podem e não podem entrar na dieta

Nutricionista traz dicas de substituições e lanches para crianças com colesterol alto

Crianças que têm muita resistência na hora de comer frutas e verduras, mas que adoram alimentos industrializados. Será que aí na sua casa você também enfrenta esse problema? Cuidado, o seu filho (magrinho ou gordinho) pode estar com colesterol alto! “Criança magra não é sinônimo de criança saudável, pois neste caso ela pode comer pouco, mas alimentos pobres em nutrientes e ricos em gorduras”, explica a nutricionista Luciane Gonçalves de Lima, conselheira do Conselho Regional de Nutricionistas 8ª Região (CRN-8)

A situação é mais comum do que a gente imagina. E uma das explicações é o modo de vida da sociedade atual e a alimentação adotada por grande parte dos brasileiros. Para Luciane, que também é professora do Curso de Nutrição da Faculdade Evangélica do Paraná e autora do livro Alimentação infantil: receitas nutritivas e equilibradas (Ed. Juruá), o consumo exagerado de produtos industrializados é o principal responsável pelos casos de obesidade, diabetes, hipertensão e colesterol alto entre crianças e adolescentes. “Além da quantidade elevada de conservantes, aromatizantes e outros químicos, responsáveis por alergias e problemas gastrointestinais, a falta de fibras dos alimentos industrializados pode causar constipação. Muitos produtos também contêm altas taxas de sódio, caso dos refrigerantes e do macarrão instantâneo, que causam retenção de líquidos e pressão alta”, alerta.

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10 erros na educação alimentar das crianças

Tem crianças que comem muito, outras pouco. Tem crianças que odeiam frutas e legumes, outras até gostam um pouquinho… Tem crianças que só comem doces e frituras, outras de vez em quando arriscam um bom prato com feijão.

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Brincadeira de criança também é na cozinha

Menina faz sucesso como chef mirim; assista a duas receitas preparadas por ela

Lugar de criança é longe da cozinha? Nem sempre. Com a supervisão bem de perto de um adulto e a partir de uma determinada idade (talvez a partir dos quatro ou cinco anos, dependendo da receita), é possível envolver as crianças no preparo das mais variadas receitas doces e salgadas.

Para os pequenos, cozinhar será uma grande diversão, uma bagunça. Para você, será a oportunidade de mostrar para eles que existem conceitos de física e matemática por trás de cada receita (como ao verificarem quantidades, pesos e as diferentes formas e transformações que passam os ingredientes). Essa também pode ser uma boa hora para incentivá-los a comer de forma saudável, mostrando que o que é gostoso também pode ser bom para a saúde.

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Como preparar legumes e saladas para as crianças

Para aqueles pais que têm filhos mais resistentes às saladas, frutas e legumes, o blog Mamãe Prática traz dicas que poderão ser feitas aí mesmo na sua casa. Como qualquer salada, dá um pouquinho de trabalho – afinal, é preciso pelo menos lavar bem as verduras e frutas e acrescentar alguns alimentos para deixar a salada mais apetitosa. Mas todo esforço é válido para cuidarmos da saúde dos nossos filhos, não é mesmo?

As dicas a seguir são da nutricionista Luciane Gonçalves de Lima, autora do livro “Alimentação Infantil: Receitas Nutritivas e Equilibradas” (Ed. Juruá). Além de orientar sobre como preparar saladas para as crianças, ela também dá a receita de estrogonofe de legumes (uma das receitas do seu livro), que apresentamos no final deste post. Boa leitura!

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“Meu filho não quer comer o que é saudável”

Comer de forma saudável é tão óbvio quanto a necessidade que temos de beber água. Mas por que tanta gente acaba caindo de boca nos refrigerantes e em quantidades exageradas de carboidrato e proteínas? Eu tenho uma teoria (de quem é jornalista curiosa e não nutricionista) de que boa parte do problema está na nossa infância.

Sigam meu raciocínio. Se quando crianças somos acostumados a acreditar que o gostoso são as frituras, doces e fast-foods e que os alimentos saudáveis são apenas a ponte, a refeição “obrigatória”, para ganharmos a nossa amada recompensa, será que assim não vamos crescer acreditando que comer saudável é muito chato e sem graça?

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Mãe boliviana cria papinha para filha intolerante à lactose

Mamães, é sempre bom ficarmos atentas aos modismos e notícias que apresentam soluções milagrosas para os nossos problemas. Este ano, um assunto que ganhou atenção na mídia foi o fato de uma mãe boliviana (Viviana Soruco) ter criado uma mistura à base de amaranto e quinoa para substituir o leite, já que sua filha sofria de intolerância à lactose.

Para entender se a alternativa encontrada pela Viviana é uma boa opção para bebês com intolerância à lactose, o blog Mamãe Prática decidiu consultar uma especialista. Na opinião da nutricionista Luciane Gonçalves de Lima, conselheira do Conselho Regional de Nutricionistas 8ª Região – Paraná (CRN-8) e autora do livro “Alimentação Infantil: Receitas Nutritivas e Equilibradas” (Ed. Juruá), esses dois grãos (amaranto e quinoa) são comparados ao leite materno por possuírem proteínas de alto valor biológico, em torno de 16%, e a qualidade e o equilíbrio de seus aminoácidos são mais importantes do que a quantidade.

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Por que não dar fast-food para as crianças

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Imagem meramente ilustrativa
Foto: Tilla Sky/Photl.com

A Proteste Associação de Consumidores avaliou 14 combos de cinco lanchonetes de fast-food, sendo quatro combos infantis (que incluem cheeseburger, batata frita e bebida pequenos) e 10 adultos (que englobam sanduíche, batata frita e bebida médios). A entidade constatou que todos são verdadeiras bombas de gordura, sódio e açúcar, alimentos que contribuem para o aumento de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e hipertensão.

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