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Socorro: meu peito virou chupeta

Quando cuidamos de um recém-nascido, na maioria das vezes, é muito fácil fazê-lo dormir, pois nesta fase os bebês dormem, em média, entre 16 e 18 horas por dia. A minha filha era tão soneca que tínhamos que trocar a fralda para ela acordar e mamar, de duas em duas horas, conforme a orientação da pediatra.

Mas com o passar do tempo os bebês dormem menos e mudam seu comportamento. De acordo com o livro O primeiro ano do seu bebê mês a mês – O que esperar e como cuidar do seu bebê (CMS Editora), no final do sexto mês, eles podem cochilar apenas duas vezes por dia, dormindo um total de 14 horas por dia. Já ao completar o seu primeiro aniversário a criança pode tirar apenas um cochilo diurno, o que irá consolidar o sono à noite. Segundo a publicação, aos 12 meses, a maioria dos bebês acorda à noite, mas volta a dormir sem qualquer ajuda. Infelizmente, este ainda não é o meu caso.

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Pediatras querem abolir os andadores

Pais de bebês se derretem com os pequenos, com suas descobertas e peripécias. Quando eles começam a engatinhar e demonstram interesse em aprender a andar é uma grande alegria, mas é aí que também surgem as preocupações, e uma delas está relacionada à polêmica do andador.

Há alguns meses, fiquei impressionada com a forma como o programa Bem Estar, da Rede Globo, abordou o uso do equipamento: deram marteladas no produto e disseram que era para destruí-lo. Imaginei vários fabricantes assistindo aquilo e ficando de cabelo em pé!

Mas a atitude do programa vai de encontro com o pensamento da comunidade médica. Este ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) convocou os pediatras a se engajarem em uma campanha para banir completamente o uso do equipamento. O objetivo é proibir a venda do andador no Brasil, assim como já ocorre no Canadá. Por lá, é proibido vender, importar e fazer propaganda de andador para bebês. “Se você tem um andador, destrua-o ou jogue fora, assim ele não será usado novamente”, orienta o site Health Canada.

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10 passos para a alimentação saudável do bebê

Quando o assunto é a alimentação de bebês, muitos pediatras são unanimes: a recomendação é o leite materno de forma exclusiva até os seis meses. Em seguida, começa a etapa das papinhas de frutas, legumes, cereais e tubérculos. É a chamada introdução de alimentos complementares ao leite materno.

De acordo com a pediatra Claudete Teixeira Krause Closs, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno (Proama), da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR), a orientação médica nessa fase também está relacionada ao documento Dez passos para uma Alimentação Saudável – Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde. Embora tenha sido criado para auxiliar profissionais e agentes comunitários de saúde nas orientações a mães de crianças na fase de transição entre o aleitamento materno e a alimentação da família, o manual também traz dicas interessantes aos pais.

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Chegou a hora de comer papinha, e agora?

A preocupação com a alimentação saudável nunca foi uma novidade na minha vida, talvez em parte porque desde a adolescência sempre precisei ficar de olho na balança, e olha que, mesmo assim, foram muitas as fases de engorda-emagrece. Mas a alimentação saudável vai muito além da estética; em primeiro lugar, ela significa saúde! Agora que sou mãe, isso ficou mais claro, pois é aí que você percebe o quanto a nutrição é fundamental para a sobrevivência do ser humano, principalmente de um bebê que ainda vai aprender a distinguir consistência, sabores e cores dos alimentos.

Eu não tinha a mínima ideia de como era ensinar um bebê a comer e percebi que a orientação de um médico é muito importante nessa fase. Com a supervisão da pediatra, a Manuela começou a comer papinhas com seis meses, já que mamou exclusivamente até essa idade. No momento estou tendo sucesso: a menina é boa de garfo e come de tudo – de batata, arroz e macarrão a legumes, frango e carne.
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Dicas para fazer seu filho largar a chupeta

Dar ou não a chupeta é um assunto que aflige muitos pais. Enquanto aqueles que não deram podem um dia rever seus conceitos sobre ela, milhares de outros pais tentam, em vão, fazer seus filhos largarem essa danadinha. Para aqueles que estão enfrentando essa difícil tarefa, a fonoaudióloga Maria Carolina Furlan, especialista em Linguagem, dá algumas dicas. “Quanto mais tarde a tentativa de retirada, mais difícil se torna, uma vez que o vínculo chupeta/criança será maior”, alerta.

De acordo com a fonoaudióloga, a chupeta é um recurso que a criança usa para satisfazer suas necessidades orais, porém, em longo prazo este hábito pode trazer consequências ruins para a saúde geral da criança (como alterações ortodônticas, de respiração e de fala). “Este mau-hábito muitas vezes acaba sendo reforçado pelos pais inconscientemente, pois de certa forma ele acalma a criança. Então, às vezes, vemos crianças de até 4 ou 5 anos com chupetas na boca”, explica.

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