Ambiente seguro para seu bebê

Quando resolvemos casar ou, no jargão popular, simplesmente “juntar os trapos”, a maior alegria (principalmente das mulheres) é começar a arrumar a casa nova, escolher os móveis e a decoração. Se o casal já tivesse em mente o objetivo de ter filhos, o ideal seria já comprar móveis e preparar a casa para receber as crianças, mas quem faz isso?

Geralmente, somente quando temos um bebê é que percebemos o quanto os cômodos do nosso lar podem ser pouco seguros para os nossos pequenos. Pior ainda é o fato de que muitas famílias não se dão conta dos perigos até o momento em que algo de ruim acontece.

Segundo a ONG Criança Segura, os acidentes (lesões não-intencionais) representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. Conforme informa a ONG em seu site, no total, cerca de 4,7 mil crianças morrem e 125 mil são hospitalizadas anualmente, devidos aos acidentes, segundo dados do Ministério da Saúde, configurando-se como uma séria questão de saúde pública. Dentre os acidentes que levam à morte, estão sufocação, afogamento, queda, queimadura com fogo, atropelamento, choque elétrico e envenenamento.

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Socorro: meu peito virou chupeta

Quando cuidamos de um recém-nascido, na maioria das vezes, é muito fácil fazê-lo dormir, pois nesta fase os bebês dormem, em média, entre 16 e 18 horas por dia. A minha filha era tão soneca que tínhamos que trocar a fralda para ela acordar e mamar, de duas em duas horas, conforme a orientação da pediatra.

Mas com o passar do tempo os bebês dormem menos e mudam seu comportamento. De acordo com o livro O primeiro ano do seu bebê mês a mês – O que esperar e como cuidar do seu bebê (CMS Editora), no final do sexto mês, eles podem cochilar apenas duas vezes por dia, dormindo um total de 14 horas por dia. Já ao completar o seu primeiro aniversário a criança pode tirar apenas um cochilo diurno, o que irá consolidar o sono à noite. Segundo a publicação, aos 12 meses, a maioria dos bebês acorda à noite, mas volta a dormir sem qualquer ajuda. Infelizmente, este ainda não é o meu caso.

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Pediatras querem abolir os andadores

Pais de bebês se derretem com os pequenos, com suas descobertas e peripécias. Quando eles começam a engatinhar e demonstram interesse em aprender a andar é uma grande alegria, mas é aí que também surgem as preocupações, e uma delas está relacionada à polêmica do andador.

Há alguns meses, fiquei impressionada com a forma como o programa Bem Estar, da Rede Globo, abordou o uso do equipamento: deram marteladas no produto e disseram que era para destruí-lo. Imaginei vários fabricantes assistindo aquilo e ficando de cabelo em pé!

Mas a atitude do programa vai de encontro com o pensamento da comunidade médica. Este ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) convocou os pediatras a se engajarem em uma campanha para banir completamente o uso do equipamento. O objetivo é proibir a venda do andador no Brasil, assim como já ocorre no Canadá. Por lá, é proibido vender, importar e fazer propaganda de andador para bebês. “Se você tem um andador, destrua-o ou jogue fora, assim ele não será usado novamente”, orienta o site Health Canada.

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O que esperar quando você está esperando?

Hoje em dia assuntos ligados à saúde e à medicina estão entre os mais procurados na internet. Imagina então se a pessoa está grávida. Basta dar um Google e milhares de informações sobre o tema, desde a concepção do bebê até os diferentes tipos de parto, estão disponíveis para consulta bem ali na sua frente, basta dar um click.

Mas quando surgem as dúvidas e as preocupações da gestação é importante ter calma e também um pouco de bom senso, afinal, a internet facilita o acesso às informações, mas devemos tomar cuidado com a qualidade das mesmas. Em primeiro lugar, nada melhor do que conversar com o seu médico para esclarecer qualquer dúvida, afinal, ele é a pessoa mais indicada para isso.

Uma dica é consultar livros de especialistas que falam sobre o assunto. Mas não precisa comprar 20 livros diferentes e “devorar” tudo em um único final de semana! No meu caso, durante toda a gravidez, mantive como livro de cabeceira o famoso “O que esperar quando você está esperando” (em inglês, What to Expect When You’re Expecting), da norte-americana Heide Murkoff. Um presente da minha irmã que foi bastante útil!

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10 passos para a alimentação saudável do bebê

Quando o assunto é a alimentação de bebês, muitos pediatras são unanimes: a recomendação é o leite materno de forma exclusiva até os seis meses. Em seguida, começa a etapa das papinhas de frutas, legumes, cereais e tubérculos. É a chamada introdução de alimentos complementares ao leite materno.

De acordo com a pediatra Claudete Teixeira Krause Closs, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno (Proama), da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR), a orientação médica nessa fase também está relacionada ao documento Dez passos para uma Alimentação Saudável – Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde. Embora tenha sido criado para auxiliar profissionais e agentes comunitários de saúde nas orientações a mães de crianças na fase de transição entre o aleitamento materno e a alimentação da família, o manual também traz dicas interessantes aos pais.

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Chegou a hora de comer papinha, e agora?

A preocupação com a alimentação saudável nunca foi uma novidade na minha vida, talvez em parte porque desde a adolescência sempre precisei ficar de olho na balança, e olha que, mesmo assim, foram muitas as fases de engorda-emagrece. Mas a alimentação saudável vai muito além da estética; em primeiro lugar, ela significa saúde! Agora que sou mãe, isso ficou mais claro, pois é aí que você percebe o quanto a nutrição é fundamental para a sobrevivência do ser humano, principalmente de um bebê que ainda vai aprender a distinguir consistência, sabores e cores dos alimentos.

Eu não tinha a mínima ideia de como era ensinar um bebê a comer e percebi que a orientação de um médico é muito importante nessa fase. Com a supervisão da pediatra, a Manuela começou a comer papinhas com seis meses, já que mamou exclusivamente até essa idade. No momento estou tendo sucesso: a menina é boa de garfo e come de tudo – de batata, arroz e macarrão a legumes, frango e carne.
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Gravidez: dois pesos e duas medidas

Lendo o post da Mamãe Prática Mari sobre “A experiência de ser gestante”, tentei refletir sobre porque o meu “período gravídico” foi tão diferente do dela. E olha que somos irmãs gêmeas, mas cada uma viveu essa fase de uma maneira diferente…

Quando a gente fica grávida pela primeira vez é comum ouvir milhões de histórias sobre como é mágico e encantador gerar um bebê. São irmãs, amigas, primas, avós, todo mundo contando como é lindo e maravilhoso estar grávida (e eu pensando: mas não tô me sentindo assim, será que sou uma alienígena??)

No momento em que a notícia da gravidez se espalha, começam as perguntas: está sentindo enjoo? Tem muito sono? No meu caso tive a sorte de não sentir enjoos, mas em compensação toda a mudança hormonal e alterações no organismo trouxeram sintomas como cansaço, muito sono, indisposição, irritabilidade, dores nas costas, insônia, entre outros (e eu pensando: mas cadê a magia de estar grávida?).

É claro que muitas mulheres podem discordar, mas para mim a gravidez não foi algo assim tão encantador… Ok é legal, principalmente quando o bebê começa a mexer dentro da sua barriga, mas a gestação é, ao mesmo tempo, muito cansativa, desconfortável e até chata. Alguém concorda?

As pessoas me perguntavam por que eu parecia estar desanimada e eu não sabia explicar… Talvez porque tenho um lado mais prático e racional – e a gravidez não estava combinando muito com isso – ou simplesmente porque foi assim que eu passei por essa fase, sem grandes empolgações, mas também sem neuras.

O fato é que cada mulher vive a gravidez de uma maneira, seja com ou sem enjoos, com ou sem magia. Não tem o certo e o errado, o bom ou o ruim. Por isso, se você também compartilha desses sentimentos, saiba que é algo normal e que você não deixará de amar mais ou menos o seu filho por isso. É apenas uma forma diferente de encarar a gravidez e está tudo bem.

Se você quiser refletir mais sobre o assunto, veja que bacana trecho do programa “Espaço Aberto Saúde”, da Globo News, sobre os diferentes sentimentos e pensamentos das mulheres grávidas e que traz entrevistas com a psiquiatra Rosane Esquenazi e a obstetra Maria Helena Falcão.

Beijos da Mamãe Prática Fabi.

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