Gravidez: dois pesos e duas medidas

Lendo o post da Mamãe Prática Mari sobre “A experiência de ser gestante”, tentei refletir sobre porque o meu “período gravídico” foi tão diferente do dela. E olha que somos irmãs gêmeas, mas cada uma viveu essa fase de uma maneira diferente…

Quando a gente fica grávida pela primeira vez é comum ouvir milhões de histórias sobre como é mágico e encantador gerar um bebê. São irmãs, amigas, primas, avós, todo mundo contando como é lindo e maravilhoso estar grávida (e eu pensando: mas não tô me sentindo assim, será que sou uma alienígena??)

No momento em que a notícia da gravidez se espalha, começam as perguntas: está sentindo enjoo? Tem muito sono? No meu caso tive a sorte de não sentir enjoos, mas em compensação toda a mudança hormonal e alterações no organismo trouxeram sintomas como cansaço, muito sono, indisposição, irritabilidade, dores nas costas, insônia, entre outros (e eu pensando: mas cadê a magia de estar grávida?).

É claro que muitas mulheres podem discordar, mas para mim a gravidez não foi algo assim tão encantador… Ok é legal, principalmente quando o bebê começa a mexer dentro da sua barriga, mas a gestação é, ao mesmo tempo, muito cansativa, desconfortável e até chata. Alguém concorda?

As pessoas me perguntavam por que eu parecia estar desanimada e eu não sabia explicar… Talvez porque tenho um lado mais prático e racional – e a gravidez não estava combinando muito com isso – ou simplesmente porque foi assim que eu passei por essa fase, sem grandes empolgações, mas também sem neuras.

O fato é que cada mulher vive a gravidez de uma maneira, seja com ou sem enjoos, com ou sem magia. Não tem o certo e o errado, o bom ou o ruim. Por isso, se você também compartilha desses sentimentos, saiba que é algo normal e que você não deixará de amar mais ou menos o seu filho por isso. É apenas uma forma diferente de encarar a gravidez e está tudo bem.

Se você quiser refletir mais sobre o assunto, veja que bacana trecho do programa “Espaço Aberto Saúde”, da Globo News, sobre os diferentes sentimentos e pensamentos das mulheres grávidas e que traz entrevistas com a psiquiatra Rosane Esquenazi e a obstetra Maria Helena Falcão.

Beijos da Mamãe Prática Fabi.

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Como nosso bebê evolui a cada mês

Se você está grávida e é uma pessoa curiosa como eu, provavelmente já pesquisou na internet algum tipo de informação relacionada ao desenvolvimento do seu bebê. Afinal, é incrível como a cada semana o feto evolui de um simples embrião, menor que um grão de feijão, até virar um bebezinho lindo que, se nascer grandão, terá cerca de 50 cm e pesará até quatro quilos!

De acordo com o livro “O que esperar quando você está esperando” (em inglês, What to Expect When You’re Expecting), da norte-americana Heide Murkoff, nas primeiras quatro semanas de vida dentro do útero materno, o feto deixa de ser apenas um aglomerado de células e já tem cabeça e coração.

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Sete semanas de gestação

A partir daí, cada ultrassonografia solicitada pelo seu médico durante o pré-natal será uma descoberta diferente! Ouvir pela primeira vez o coraçãozinho batendo, enxergar os dedinhos das mãos e dos pés formados, identificar o sexo do bebê são alguns dos momentos mais bacanas nesse processo.

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Dicas para fazer seu filho largar a chupeta

Dar ou não a chupeta é um assunto que aflige muitos pais. Enquanto aqueles que não deram podem um dia rever seus conceitos sobre ela, milhares de outros pais tentam, em vão, fazer seus filhos largarem essa danadinha. Para aqueles que estão enfrentando essa difícil tarefa, a fonoaudióloga Maria Carolina Furlan, especialista em Linguagem, dá algumas dicas. “Quanto mais tarde a tentativa de retirada, mais difícil se torna, uma vez que o vínculo chupeta/criança será maior”, alerta.

De acordo com a fonoaudióloga, a chupeta é um recurso que a criança usa para satisfazer suas necessidades orais, porém, em longo prazo este hábito pode trazer consequências ruins para a saúde geral da criança (como alterações ortodônticas, de respiração e de fala). “Este mau-hábito muitas vezes acaba sendo reforçado pelos pais inconscientemente, pois de certa forma ele acalma a criança. Então, às vezes, vemos crianças de até 4 ou 5 anos com chupetas na boca”, explica.

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A experiência de ser gestante

O que significa estar grávida? Como a gente se sente durante essa fase? A minha experiência foi fantástica, mas tenho amigas que foram sinceras em admitir que, se pudessem, teriam “pulado” esse período. Ao vê-las reclamarem tanto, comecei a pensar sobre o assunto. Antes eu não conseguia entender como elas poderiam não ter gostado, afinal eu curti MUITO esse período. Após prestar mais atenção ao que elas diziam, encontrei uma resposta: todas tiveram náuseas, vômitos, azia, dor nas costas, cansaço e muito sono, sintomas frequentes da gravidez. Mas eu não tive nada disso, então quem sou eu para julgá-las, não é mesmo?

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O fato é que enquanto para algumas mulheres a gestação é algo mágico, para outras nem tanto. Se você ainda não ficou grávida ou se planeja um novo filho, não desanime. Esse post procura apenas ser realista e mostrar que existem diferentes percepções sobre a gestação. Além disso, as blogueiras Mari Hart e Priscilla Perlatti são testemunho de que, mesmo com esses sintomas chatos da gravidez, é possível curtir muito essa fase. Veja a seguir nossos relatos (já que eu também me incluo nessa!).

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Os principais mitos da amamentação

Amiga, enquanto estiver grávida, você vai ouvir muita coisa sobre amamentação. Assim que der a luz, então, logo irá “chover” um monte de pitacos sobre o assunto, principalmente se você está fazendo do jeito certo ou não. Além disso, sempre aparece aquela figura que te assusta e diz: “ah, minha filha, o seu leite é fraco … é melhor dar leite de fórmula na mamadeira” ou “Dói muito amamentar, eu chorava de dor”. Isso aconteceu comigo e, acredite, acontece com a maioria das mamães. Não que as intenções sejam ruins, afinal, as vovós e vizinhas só querem ajudar, não é mesmo?

Por trás de todo o falatório também estão as crenças populares e experiências (muitas vezes negativas) de outras mães. Mas se não deu certo para alguém não significa que não vai dar certo para você! É por isso que as mulheres precisam se preparar para a lactação e, sobretudo, buscar ajuda de quem realmente entende e trabalha auxiliando mamães no processo inicial da amamentação. Lembre-se: se sentir segura e tranquila é meio caminho para o sucesso da amamentação.

Pedi para a nutricionista Rosane Baldissera, consultora em amamentação de Porto Alegre (RS), esclarecer alguns mitos da amamentação. Veja na entrevista quais são eles e, afinal, o que é mito e o que é verdade. Boa leitura e “bom mamá” para seus pimpolhos.

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Será que meu filho está demorando para falar?

Sejam pais de “primeira viagem” ou não, é comum as mães e os pais ficarem muito ansiosos em relação às conquistas de seus pimpolhos: sorrir, sentar, ficar sentado sem cair, engatinhar e, finalmente, andar! Mas outra coisa pode tirar o sono de muitos pais: o desenvolvimento da linguagem oral da criança. Afinal, é comum ouvirmos de amigas e parentes: “Por que meu bebê ainda não fala? Será que tem alguma coisa errada com meu filho?”. Calma, mamãe, a oralidade também vem a seu tempo e cada criança é única, não adianta ficar comparando seu filho com o do vizinho.

Para ficar melhor informado sobre esse assunto, leia a entrevista com Debora Befi Lopes, doutora em Linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Departamento de Linguagem da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Segundo ela, as primeiras palavras surgem por volta de 1 ano de idade, mas somente depois de 18 meses é que os pais devem dar atenção à demora em falar. Com a palavra, a doutora Debora:

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Segura coração: as primeiras palavras de nossos filhos

Pai e mãe são bobos mesmo. Até os filhos começarem a falar, a gente fica repetindo o tempo todo: “Maaaaaaamãe, paaaaapai …”, na esperança de que logo eles soltem a tão sonhada primeira palavra. Mas não fiquem surpresos ou decepcionados se a primeira coisa que seu pimpolho falar for o nome do cachorro da família ou, simplesmente, “bola”.

A vida já irá pressioná-los naturalmente, seja na hora de tirarem as melhores notas na escola, seja quando se tornem adultos e tiverem que conquistar seu espaço no mercado de trabalho. Então, que tal baixar a ansiedade e não colocar muita pressão agora?

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