Cuidados nos parquinhos com as crianças

É uma delícia ver nossos filhos felizes, brincando em parquinhos, não é mesmo? Mas você sabia que é neste ambiente onde também acontecem muitos acidentes? De acordo com a ONG Criança Segura, as quedas têm grande ocorrência nos parquinhos e representam a principal causa de hospitalização, por acidente, de crianças até 14 anos no Brasil.

Veja as orientações da Criança Segura aos pais:

  1. Conheça os parquinhos onde as crianças brincam. Procure equipamentos apropriados para a idade das crianças e verifique se os equipamentos estão enferrujados, quebrados ou contêm superfícies perigosas. Denuncie qualquer problema à escola ou ao órgão responsável.
  2. O parquinho dever ser instalado em piso que absorva impacto, como um gramado, um piso emborrachado ou areia fina. Jamais deve ser instalado em piso de concreto ou pedra.
  3. Tire o capuz e o cachecol de todas as crianças para evitar perigos de estrangulamento nos parquinhos.
  4. Ensine a seu filho as regras de comportamento nos parquinhos, como não empurrar, não dar encontrões e nem se amontoar. Além disso, mostre quais são os equipamentos apropriados para a sua faixa etária.
  5. Crianças menores que brincam em equipamentos destinados a crianças mais velhas têm mais chances de sofrer algum tipo de acidente. Elas devem estar sob constante supervisão de adultos durante a brincadeira no parquinho.

Beijos, da Mamãe Prática Mari

clubeCadastre-se no Clube Mamãe Prática para receber nossos posts e novidades!

 

Hora de enfrentar o período de cólicas

Você sai da maternidade e seu bebê parece um anjinho. Ele dorme bastante e chora apenas quando está com fome ou se alguma necessidade precisa ser atendida, como a troca de fraldas. Por volta da segunda semana, seu neném começa a chorar de forma mais intensa, fica agitado, irritado, contrai os braços e as pernas. Se mesmo após mamar ele não se acalmar, não se desespere: chegou a hora de enfrentar as famosas cólicas do primeiro trimestre.

Em geral, elas podem ocorrer tanto em bebês que mamam no seio quanto naqueles que tomam fórmulas e duram cerca de três horas ou mais, principalmente no final da tarde ou à noite.

Continue lendo Hora de enfrentar o período de cólicas

Ambiente seguro para seu bebê

Quando resolvemos casar ou, no jargão popular, simplesmente “juntar os trapos”, a maior alegria (principalmente das mulheres) é começar a arrumar a casa nova, escolher os móveis e a decoração. Se o casal já tivesse em mente o objetivo de ter filhos, o ideal seria já comprar móveis e preparar a casa para receber as crianças, mas quem faz isso?

Geralmente, somente quando temos um bebê é que percebemos o quanto os cômodos do nosso lar podem ser pouco seguros para os nossos pequenos. Pior ainda é o fato de que muitas famílias não se dão conta dos perigos até o momento em que algo de ruim acontece.

Segundo a ONG Criança Segura, os acidentes (lesões não-intencionais) representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. Conforme informa a ONG em seu site, no total, cerca de 4,7 mil crianças morrem e 125 mil são hospitalizadas anualmente, devidos aos acidentes, segundo dados do Ministério da Saúde, configurando-se como uma séria questão de saúde pública. Dentre os acidentes que levam à morte, estão sufocação, afogamento, queda, queimadura com fogo, atropelamento, choque elétrico e envenenamento.

Continue lendo Ambiente seguro para seu bebê

Socorro: meu peito virou chupeta

Quando cuidamos de um recém-nascido, na maioria das vezes, é muito fácil fazê-lo dormir, pois nesta fase os bebês dormem, em média, entre 16 e 18 horas por dia. A minha filha era tão soneca que tínhamos que trocar a fralda para ela acordar e mamar, de duas em duas horas, conforme a orientação da pediatra.

Mas com o passar do tempo os bebês dormem menos e mudam seu comportamento. De acordo com o livro O primeiro ano do seu bebê mês a mês – O que esperar e como cuidar do seu bebê (CMS Editora), no final do sexto mês, eles podem cochilar apenas duas vezes por dia, dormindo um total de 14 horas por dia. Já ao completar o seu primeiro aniversário a criança pode tirar apenas um cochilo diurno, o que irá consolidar o sono à noite. Segundo a publicação, aos 12 meses, a maioria dos bebês acorda à noite, mas volta a dormir sem qualquer ajuda. Infelizmente, este ainda não é o meu caso.

Continue lendo Socorro: meu peito virou chupeta

Pediatras querem abolir os andadores

Pais de bebês se derretem com os pequenos, com suas descobertas e peripécias. Quando eles começam a engatinhar e demonstram interesse em aprender a andar é uma grande alegria, mas é aí que também surgem as preocupações, e uma delas está relacionada à polêmica do andador.

Há alguns meses, fiquei impressionada com a forma como o programa Bem Estar, da Rede Globo, abordou o uso do equipamento: deram marteladas no produto e disseram que era para destruí-lo. Imaginei vários fabricantes assistindo aquilo e ficando de cabelo em pé!

Mas a atitude do programa vai de encontro com o pensamento da comunidade médica. Este ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) convocou os pediatras a se engajarem em uma campanha para banir completamente o uso do equipamento. O objetivo é proibir a venda do andador no Brasil, assim como já ocorre no Canadá. Por lá, é proibido vender, importar e fazer propaganda de andador para bebês. “Se você tem um andador, destrua-o ou jogue fora, assim ele não será usado novamente”, orienta o site Health Canada.

Continue lendo Pediatras querem abolir os andadores

O que esperar quando você está esperando?

Hoje em dia assuntos ligados à saúde e à medicina estão entre os mais procurados na internet. Imagina então se a pessoa está grávida. Basta dar um Google e milhares de informações sobre o tema, desde a concepção do bebê até os diferentes tipos de parto, estão disponíveis para consulta bem ali na sua frente, basta dar um click.

Mas quando surgem as dúvidas e as preocupações da gestação é importante ter calma e também um pouco de bom senso, afinal, a internet facilita o acesso às informações, mas devemos tomar cuidado com a qualidade das mesmas. Em primeiro lugar, nada melhor do que conversar com o seu médico para esclarecer qualquer dúvida, afinal, ele é a pessoa mais indicada para isso.

Uma dica é consultar livros de especialistas que falam sobre o assunto. Mas não precisa comprar 20 livros diferentes e “devorar” tudo em um único final de semana! No meu caso, durante toda a gravidez, mantive como livro de cabeceira o famoso “O que esperar quando você está esperando” (em inglês, What to Expect When You’re Expecting), da norte-americana Heide Murkoff. Um presente da minha irmã que foi bastante útil!

Continue lendo O que esperar quando você está esperando?

10 passos para a alimentação saudável do bebê

Quando o assunto é a alimentação de bebês, muitos pediatras são unanimes: a recomendação é o leite materno de forma exclusiva até os seis meses. Em seguida, começa a etapa das papinhas de frutas, legumes, cereais e tubérculos. É a chamada introdução de alimentos complementares ao leite materno.

De acordo com a pediatra Claudete Teixeira Krause Closs, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno (Proama), da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR), a orientação médica nessa fase também está relacionada ao documento Dez passos para uma Alimentação Saudável – Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde. Embora tenha sido criado para auxiliar profissionais e agentes comunitários de saúde nas orientações a mães de crianças na fase de transição entre o aleitamento materno e a alimentação da família, o manual também traz dicas interessantes aos pais.

Continue lendo 10 passos para a alimentação saudável do bebê

Jornalismo materno de qualidade