O que esperar quando você está esperando?

Hoje em dia assuntos ligados à saúde e à medicina estão entre os mais procurados na internet. Imagina então se a pessoa está grávida. Basta dar um Google e milhares de informações sobre o tema, desde a concepção do bebê até os diferentes tipos de parto, estão disponíveis para consulta bem ali na sua frente, basta dar um click.

Mas quando surgem as dúvidas e as preocupações da gestação é importante ter calma e também um pouco de bom senso, afinal, a internet facilita o acesso às informações, mas devemos tomar cuidado com a qualidade das mesmas. Em primeiro lugar, nada melhor do que conversar com o seu médico para esclarecer qualquer dúvida, afinal, ele é a pessoa mais indicada para isso.

Uma dica é consultar livros de especialistas que falam sobre o assunto. Mas não precisa comprar 20 livros diferentes e “devorar” tudo em um único final de semana! No meu caso, durante toda a gravidez, mantive como livro de cabeceira o famoso “O que esperar quando você está esperando” (em inglês, What to Expect When You’re Expecting), da norte-americana Heide Murkoff. Um presente da minha irmã que foi bastante útil!

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10 passos para a alimentação saudável do bebê

Quando o assunto é a alimentação de bebês, muitos pediatras são unanimes: a recomendação é o leite materno de forma exclusiva até os seis meses. Em seguida, começa a etapa das papinhas de frutas, legumes, cereais e tubérculos. É a chamada introdução de alimentos complementares ao leite materno.

De acordo com a pediatra Claudete Teixeira Krause Closs, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno (Proama), da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR), a orientação médica nessa fase também está relacionada ao documento Dez passos para uma Alimentação Saudável – Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde. Embora tenha sido criado para auxiliar profissionais e agentes comunitários de saúde nas orientações a mães de crianças na fase de transição entre o aleitamento materno e a alimentação da família, o manual também traz dicas interessantes aos pais.

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Chegou a hora de comer papinha, e agora?

A preocupação com a alimentação saudável nunca foi uma novidade na minha vida, talvez em parte porque desde a adolescência sempre precisei ficar de olho na balança, e olha que, mesmo assim, foram muitas as fases de engorda-emagrece. Mas a alimentação saudável vai muito além da estética; em primeiro lugar, ela significa saúde! Agora que sou mãe, isso ficou mais claro, pois é aí que você percebe o quanto a nutrição é fundamental para a sobrevivência do ser humano, principalmente de um bebê que ainda vai aprender a distinguir consistência, sabores e cores dos alimentos.

Eu não tinha a mínima ideia de como era ensinar um bebê a comer e percebi que a orientação de um médico é muito importante nessa fase. Com a supervisão da pediatra, a Manuela começou a comer papinhas com seis meses, já que mamou exclusivamente até essa idade. No momento estou tendo sucesso: a menina é boa de garfo e come de tudo – de batata, arroz e macarrão a legumes, frango e carne.
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Gravidez: dois pesos e duas medidas

Lendo o post da Mamãe Prática Mari sobre “A experiência de ser gestante”, tentei refletir sobre porque o meu “período gravídico” foi tão diferente do dela. E olha que somos irmãs gêmeas, mas cada uma viveu essa fase de uma maneira diferente…

Quando a gente fica grávida pela primeira vez é comum ouvir milhões de histórias sobre como é mágico e encantador gerar um bebê. São irmãs, amigas, primas, avós, todo mundo contando como é lindo e maravilhoso estar grávida (e eu pensando: mas não tô me sentindo assim, será que sou uma alienígena??)

No momento em que a notícia da gravidez se espalha, começam as perguntas: está sentindo enjoo? Tem muito sono? No meu caso tive a sorte de não sentir enjoos, mas em compensação toda a mudança hormonal e alterações no organismo trouxeram sintomas como cansaço, muito sono, indisposição, irritabilidade, dores nas costas, insônia, entre outros (e eu pensando: mas cadê a magia de estar grávida?).

É claro que muitas mulheres podem discordar, mas para mim a gravidez não foi algo assim tão encantador… Ok é legal, principalmente quando o bebê começa a mexer dentro da sua barriga, mas a gestação é, ao mesmo tempo, muito cansativa, desconfortável e até chata. Alguém concorda?

As pessoas me perguntavam por que eu parecia estar desanimada e eu não sabia explicar… Talvez porque tenho um lado mais prático e racional – e a gravidez não estava combinando muito com isso – ou simplesmente porque foi assim que eu passei por essa fase, sem grandes empolgações, mas também sem neuras.

O fato é que cada mulher vive a gravidez de uma maneira, seja com ou sem enjoos, com ou sem magia. Não tem o certo e o errado, o bom ou o ruim. Por isso, se você também compartilha desses sentimentos, saiba que é algo normal e que você não deixará de amar mais ou menos o seu filho por isso. É apenas uma forma diferente de encarar a gravidez e está tudo bem.

Se você quiser refletir mais sobre o assunto, veja que bacana trecho do programa “Espaço Aberto Saúde”, da Globo News, sobre os diferentes sentimentos e pensamentos das mulheres grávidas e que traz entrevistas com a psiquiatra Rosane Esquenazi e a obstetra Maria Helena Falcão.

Beijos da Mamãe Prática Fabi.

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Como nosso bebê evolui a cada mês

Se você está grávida e é uma pessoa curiosa como eu, provavelmente já pesquisou na internet algum tipo de informação relacionada ao desenvolvimento do seu bebê. Afinal, é incrível como a cada semana o feto evolui de um simples embrião, menor que um grão de feijão, até virar um bebezinho lindo que, se nascer grandão, terá cerca de 50 cm e pesará até quatro quilos!

De acordo com o livro “O que esperar quando você está esperando” (em inglês, What to Expect When You’re Expecting), da norte-americana Heide Murkoff, nas primeiras quatro semanas de vida dentro do útero materno, o feto deixa de ser apenas um aglomerado de células e já tem cabeça e coração.

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Sete semanas de gestação

A partir daí, cada ultrassonografia solicitada pelo seu médico durante o pré-natal será uma descoberta diferente! Ouvir pela primeira vez o coraçãozinho batendo, enxergar os dedinhos das mãos e dos pés formados, identificar o sexo do bebê são alguns dos momentos mais bacanas nesse processo.

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