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Birras e conflitos: como lidar com nossos filhos sem enlouquecer

Olá queridas! Esse post é para avisar vocês que fizemos um bate-papo online, em vídeo, com a psicóloga infantil Ana Flávia Fernandes, querida colunista aqui do blog e autora do Terapia de Criança, sobre como podemos lidar melhor com as situações de birras, chiliques e conflitos dos nossos filhos.

Confesso que sugeri esse tema para a entrevista porque agora que o Serginho está com dois anos parece que as manhas e as birras estão aumentando e tem horas que fico doida sem saber exatamente como agir (risos).

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Filho com pesadelo e terror noturno: o que fazer

De uns tempos pra cá meu filho Serginho começou a ter pesadelos durante a noite. De vez em quando, ele acorda chorando muito assustado e até gritando (e meu coração dispara de susto, fico agoniada!). Comecei a pesquisar o assunto e percebi que episódios de pesadelos e terror noturno são muito comuns em crianças pequenas, principalmente entre 1 e 3 ou 4 anos).

Para entender melhor porque isso acontece e tentar evitar essas situações procurei a Patrícia Dias, consultora de sono da Casa Moara e responsável pela Materno Mundi.  Ela explicou que durante o sonho o cérebro organiza os eventos e emoções do dia, assim as crianças passam mais tempo no estágio dos sonhos enquanto dormem, fazendo com que tenham mais sonhos que os adultos. “Os sonhos das crianças podem ser exageros surreais da vida real e crianças nessa faixa etária são curiosas e bem criativas, o que faz com que essa imaginação reflita durante o sono”, diz.

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A terrível (e incrível) fase dos 2 anos de idade

Se você está lendo esse post é bem provável que esteja passando pela mesma situação que eu. Tem um filho com quase dois anos de idade ligado no 220W que parece rebelde sem causa, não quer colocar o sapato ou a roupa, não deixa colocar a fralda, não quer sentar na cadeirinha do carro, não come como antes e agora escolhe o que quer comer, se joga no chão quando é contrariado, mexe em absolutamente TUDO na sua casa, come a comida do cachorro ou do gato, sobe na mesa ou no encosto do sofá (e se joga de lá!), enfim, a lista de exemplos é infinita (risos). São situações estressantes que fazem a gente se questionar se estamos fazendo algo errado, se deveríamos agir diferente e até se somos boas mães (e pais).

Talvez você também já esteja ouvindo frases como “tem que por limite”, “no meu tempo já tinha levado umas palmadas”, “precisa disciplinar, dar educação”, “ele está ficando mimado”. Sem dúvida, são comentários que deixam a gente ainda mais angustiada!

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