Gripe H1N1: o que os pais precisam saber

Olá meninas, com a proximidade dos meses mais frios, chegou a hora de nos prevenirmos também contra a gripe H1N1 (ou influenza A), e o primeiro passo é estarmos bem informadas sobre a doença. Por isso, trouxemos neste post diversas orientações e esclarecimentos do médico Renato Kfouri, pediatra neonatologista, infectologista, membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Vejam o que ele diz:

Quais as principais formas de prevenção da doença em crianças pequenas (até 5 anos)?

  • Amamentar os bebês.
  • Imunizar as crianças (a partir dos seis meses). Veja aqui quais vacinas são indicadas a partir dos seis meses
  • Certificar-se de que os contactantes (como pais e professores) estão vacinados.
  • Lavar com sabão as mãos da criança (e as pessoas que convivem com elas devem fazer o mesmo).
  • Evitar creches e berçários no primeiro semestre de vida.
  • Limpar os ambientes com mais frequência.
  • Evitar aglomerações, se possível.
  • Manter os ambientes arejados.
  • Evitar compartilhar talheres e outros objetos de uso estritamente pessoal.
  • Não expor as crianças à fumaça de cigarro.

Como ocorre a transmissão?        
A transmissão ocorre principalmente pela inalação de partículas de vírus expelidas na tosse e espirros. Também é possível contrair a doença ao tocar com as mãos e braços em superfícies contaminadas e levá-los aos olhos, bocas ou nariz.

Como perceber se a criança está com uma gripe comum (inclusive com febre) ou com a gripe H1N1? A criança pode não ter febre e estar com a Influenza?
Os sintomas são os mesmos: febre alta (mais de 38°), tosse, coriza, mal-estar, dores musculares, dor de cabeça, cansaço, entre outros. As únicas diferenças notadas até o momento estão na intensidade com que se manifestam e na maior frequência de complicações.
A pergunta sobre gripes sem febre é muito importante porque há uma grande confusão entre gripe e resfriados. Se não há febre alta, não deve ser gripe.

Quando levar a criança para o pronto socorro? Quais os sinais de alerta?
Pacientes que fazem parte dos grupos de risco (menores de 5 anos, idosos, gestantes e portadores de doenças crônicas) devem procurar atendimento médico assim que surgirem os primeiros sintomas. Dessa forma, uma vez confirmado o diagnóstico, é possível iniciar o tratamento com drogas antivirais. Para as demais pessoas, são sinais de alerta falta de ar, febre prolongada e abatimento intenso.

A pneumonia e a otite são complicações da influenza A? Há outras complicações?           
Sim. Outras complicações são inflamações no cérebro, nos músculos (incluindo o cardíaco) e desenvolvimento de síndromes como a de Guillain-Barré. A incidência desses problemas, contudo, é muito baixa. Não há necessidade de pânico.

Queridas, espero que essas informações sejam úteis para vocês e que possam ajudá-las para manter seus pequenos longe de doenças como a  gripe H1N1. Vale lembrar que é sempre bom consultar o pediatra dos nossos filhos!

Beijos, da Mamãe Prática Fabi

Foto: Freeimages.com/ Prabhu Acharya

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9 ideias sobre “Gripe H1N1: o que os pais precisam saber”

    1. Olá Larrisa!

      Muito obrigada pelo seu comentário e elogio 🙂 Ficamos muitooooo felizes tem te ajudar!

      Beijo grande, das Mamães Práticas Mari e Fabi

    1. oi Julio!! Ficamos muito felizes com a sua mensagem e seu feedback sobre nosso trabalho. Muito felizes, mesmo! Qualquer sugestão de tema ou comentário fique à vontade. Um abraço, da Mamãe Prática Fabi

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