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Nada é por acaso: como a Manu deixou de dormir com o dedo na boca

Quando estamos grávidas é comum a maioria das pessoas falar: “olha, aproveita para dormir agora, porque depois…” Não sei se é sempre assim, mas comigo a hora de fazer a Manuela dormir ainda é um abacaxi que está difícil de descascar, e olha que ela já fez 1 aninho.

Já escrevi neste blog sobre o problema do bebê fazer o bico do seio de chupeta (situação vivida por mim e milhares de outras mães), mas agora vou abordar outra questão que, até pouco tempo atrás, estava tirando meu sono: quando o bebê só dorme com o dedo na boca.

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Meu filho só dorme com o dedo na boca

O hábito de a criança chupar o dedo é um problema comum e que atravessa gerações. Você provavelmente já ouviu falar de alguém que fazia isso quando pequeno ou conhece alguma mãe que atualmente encontra-se desesperada porque seu filho insiste em continuar adotando esse comportamento

Esse “dilema” pode estar relacionado a fatores como ansiedade, conforto emocional e dificuldade da criança enfrentar uma nova situação, como abordamos no post Chega de chupar o dedo!

Mas e quando o bebê ou a criança mais velha só dorme chupando o dedo? Muitos pais têm procurado a ajuda de psicólogos e consultoras ao estilo “Supernanny” para resolver o problema. Embora essa ajuda seja excelente, ela não faz milagres, afinal serão os pais que terão que colocar em prática as técnicas ensinadas pelos profissionais.

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Chega de chupar o dedo!

Chupar o dedo pode ser um problemão se demorar muito tempo para a criança perder esse hábito. Segundo o Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), apesar de natural, chupar o dedo pode gerar problemas fisiológicos, estéticos, emocionais e até de convivência em sociedadeO ideal é que esse comportamento ocorra apenas no primeiro ano de vida.

Há algumas semanas, felizmente, a Manuela parou de fazer isso. Viva! Mas há muitos pais que ainda estão enfrentando o problema. Pensando nisso, o blog Mamãe Prática apresenta as orientações da SBP sobre o tema:

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Inimigo em casa: dicas para evitar o mofo

LOGO_DICAS_PRATICASNo inverno é muito comum a gente se deparar com o problema de mofo em casa. E se você morar em uma cidade úmida, como eu que moro em Curitiba-PR, aí é melhor se preparar para evitar que esse visitante muito chato apareça.

Há alguns anos tive esse problema no armário do banheiro e, no ano passado, foi a vez de o mofo aparecer no guarda-roupa. É muito chato a gente ver nossas lindas roupinhas ou, pior ainda, dos nossos filhos, com esse fungo. É isso mesmo, o popular mofo é, na verdade, um fungo.

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Os primeiros cuidados com o recém-nascido

Após longos nove meses, nosso tão esperado bebê finalmente chega e já enche de alegria a nossa vida. A partir de agora tudo muda e quando levamos o bebê para casa começam as preocupações, principalmente para os pais de primeira viagem, com os cuidados com esse novo “serzinho”, aparentemente tão pequeno e frágil.

Se você tem dúvidas sobre os cuidados básicos com o recém-nascido, veja as dicas e orientações que preparamos para te ajudar.

Limpeza do cordão umbilical
Nos primeiros dias o coto ou cordão umbilical tem aspecto gelatinoso e a higiene diária (pelo menos três vezes ao dia) é fundamental para evitar proliferação de bactérias e infecções. Ele costuma cair entre o 7º e o 21º dia.
• Mantenha a região do umbigo sempre limpa, seca e arejada.
• Lave bem as mãos com água e sabão antes de manipular o umbigo.
• Use cotonetes e álcool a 70%.
• Eleve o coto suavemente para que o álcool atinja a área do cordão umbilical.
• Devagar, faça movimentos circulares, em sentido horário, da base para a extremidade.
• Não reutilize o cotonete e sempre use apenas um lado do algodão em cada direção.
• Na hora de colocar a fralda no bebê, deixe o umbigo exposto para ventilação.
• O curativo deve ser feito até que a cicatrização seja completa, mesmo após o coto cair.
• É normal o bebê reclamar ou chorar por causa da temperatura fria do álcool.

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Hora de enfrentar o período de cólicas

Você sai da maternidade e seu bebê parece um anjinho. Ele dorme bastante e chora apenas quando está com fome ou se alguma necessidade precisa ser atendida, como a troca de fraldas. Por volta da segunda semana, seu neném começa a chorar de forma mais intensa, fica agitado, irritado, contrai os braços e as pernas. Se mesmo após mamar ele não se acalmar, não se desespere: chegou a hora de enfrentar as famosas cólicas do primeiro trimestre.

Em geral, elas podem ocorrer tanto em bebês que mamam no seio quanto naqueles que tomam fórmulas e duram cerca de três horas ou mais, principalmente no final da tarde ou à noite.

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Socorro: meu peito virou chupeta

Quando cuidamos de um recém-nascido, na maioria das vezes, é muito fácil fazê-lo dormir, pois nesta fase os bebês dormem, em média, entre 16 e 18 horas por dia. A minha filha era tão soneca que tínhamos que trocar a fralda para ela acordar e mamar, de duas em duas horas, conforme a orientação da pediatra.

Mas com o passar do tempo os bebês dormem menos e mudam seu comportamento. De acordo com o livro O primeiro ano do seu bebê mês a mês – O que esperar e como cuidar do seu bebê (CMS Editora), no final do sexto mês, eles podem cochilar apenas duas vezes por dia, dormindo um total de 14 horas por dia. Já ao completar o seu primeiro aniversário a criança pode tirar apenas um cochilo diurno, o que irá consolidar o sono à noite. Segundo a publicação, aos 12 meses, a maioria dos bebês acorda à noite, mas volta a dormir sem qualquer ajuda. Infelizmente, este ainda não é o meu caso.

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